Collection / Hanging Forests Florestas Suspensas

Work in progress

The reflection of times bursts in, proudly arrogant like a vile puppet. Inside us there’s a need to break, to explode, to reinvent ourselves… And it is she who prevents the metamorphosis from evil into reality. The core is green. We leave dementia and follow (to and from) the mother, who shelters us and frees us, there where we can sleep. We wake up and there’s no one. We are closed in cubes, but inside Her. And She is inside us. After all, who are we if not also what She is?

 

O reflexo dos tempos entra de rompante, orgulhosamente arrogante. Qual títere perverso. Intrínseca está em nós a necessidade de romper, explorar, reinventar... E é ela quem impede a transformação da maldade em realidade. No âmago existe o verde. Deixamos a demência e seguimos direccionados à e pela mãe, que nos agasalha e liberta naquele lugar onde podemos dormir. Acordamos e não vemos ninguém. Estamos em cubos fechados, mas dentro dela. E ela, dentro de nós. Afinal, quem somos nós se não também o que é ela?

- Beatriz Passos